O Rafeiro do Alentejo - Monografia da Raça

Autor da única
publicação editada sobre a raça, com o título – O Rafeiro do
Alentejo - Monografia da raça, publicada em 1999.
Está à
venda na ACRA, Associação de Criadores do Rafeiro do Alentejo.
Site »»
www.rafeirodoalentejo.net
E-mail »»
acra@portugalmail.pt
Capítulo I - As
origens
Da ancestral colaboração entre o homem e o cão,
nasceu uma amizade feita de interesses recíprocos,
sedimentada ao longo dos séculos, que apesar de todas as
vicissitudes pode ser considerada como a mais longa e
duradoura relação entre duas espécies.
Segundo "Buffon", "A primeira arte do homem foi educar o
cão, e pelo cão ele chegou à conquista e posse do
mundo".
Capítulo II- A espécie canina
Com o decorrer dos séculos assistiu-se à fixação
desta espécie nas várias regiões do globo, dando origem à
formação de múltiplas raças.
Estas representam afinal a adaptação aos diversos nichos
ecológicos mediante cruzamentos e mestiçamentos,
visando funções e especializações mais ou menos
profundas.
"Victor Hugo" afirmou "O cão tem o seu sorriso na ponta da
cauda".
Capítulo III- Dos primórdios da canicultura aos
nossos dias
Por mérito de ilustres Cinófilos Portugueses foi
dado início na primeira metade do século XX (anos 30), a
estandarização das 10 raças portuguesas então
existentes, tendo sido possível em 1936 criar o Livro
de Origens Português (LOP).
Capítulo IV - Rafeiro do Alentejo - O primeiro
contacto
Quando os dedos da mão sobravam para contar a idade
do autor deste trabalho, temos ainda presente os
contornos de uma poderosa silhueta de cor clara, cabeça
volumosa, onde brilhavam uns olhos escuros, tornados
quase meigos.
Capítulo V - Objectivos para o futuro da raça
É
por demais evidente que as Associações de Criadores
encerram na sua própria génese os anseios e preocupações
sentidos pelos seus associados, aos quais lhes cabe no
futuro, papel decisivo na evolução, na defesa, bem como na
garantia de continuidade de qualquer raça.
Conclusões
Ao apresentar uma raça que tanto admiro procurei
justificar a prazo porque com alguma insistência a venho
considerando como que identificada com um carácter de
TRANQUILIDADE; NOBREZA e DIGNIDADE.
O RAFEIRO DO ALENTEJO representa uma parte do mundo
rural, genuíno e profundo, dos grandes horizontes, o
qual sem que nos apercebamos constitui afinal TODO O
NOSSO ALENTEJO.

